- ABORDAGENS BRASILEIRA E ESTRANGEIRA EM CUSTOS DE TRANSPORTE COLETIVOOs sistemas de transporte urbanos, antes mesmo do COVID-19, apresentavam problemas com o binômio custo (tarifa) x demanda (receita). Com menos deslocamentos urbanos, a receita tarifária despencou e serviços foram paralisados ou passaram a operar em condições precárias, carecendo de subsídios públicos pararestabelecimento. Assim, este artigo propõe analisar e avaliar abordagens técnico-acadêmicas, brasileiras e estrangeiras, relativas ao tema, buscando identificar características e enfoques, similaridades e diferenças, além de eventuais lacunas e centelhasindutoras de desejados aprimoramentos nos procedimentos de apropriação dos custos de operação e de cálculo tarifário. Os resultados obtidos apontam para diferentes abordagens entre o Brasil e outras nações. O primeiro, direcionado para precisão nos apontamentos dos itens de custo, sem uso de modelos econométricos; os segundos indicam menores precisões e poucas parcelas, mas com consolidação e análises de elasticidades. Leia o artigo clicando aqui.Autores: Victor Lima Migliorini | Paulo Rogério da Silva Monteiro | Marcelo Prado Sucena | Marcus Vinicius Quintella Cury
- PROCEDIMENTOS DE APROPRIAÇÃO DE CUSTOS E CÁLCULO TARIFÁRIO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE COLETIVO POR ÔNIBUS – UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS ABORDAGENS BRASILEIRAS E ESTRANGEIRASOs sistemas de transporte urbanos, antes mesmo do COVID-19, apresentavam problemas com o binômio custo (tarifa) x demanda (receita). Com menos deslocamentos urbanos, a receita tarifária despencou e serviços foram paralisados ou passaram a operar em condições precárias, carecendo de subsídios públicos para restabelecimento. Assim, este artigo propõe analisar e avaliar abordagens técnico-acadêmicas, brasileiras e estrangeiras, relativas ao tema, buscando identificar características e enfoques, similaridades e diferenças, além de eventuais lacunas e centelhas indutoras de desejados aprimoramentos nos procedimentos de apropriação dos custos de operação e de cálculo tarifário. Os resultados obtidos apontam para diferentes abordagens entre o Brasil e outras nações. O primeiro, direcionado para precisão nos apontamentos dos itens de custo, sem uso de modelos econométricos; os segundos indicam menores precisões e poucas parcelas, mas com consolidação e análises de elasticidades.Autores: Victor Migliorini | Paulo Monteiro | Marcus Quintella | Marcelo Sucena
- APROPRIAÇÃO DE CUSTOS NO TRANSPORTE PÚBLICO POR ÔNIBUS: UMA INVESTIGAÇÃO DAS ABORDAGENS METODOLÓGICAS E DE PADRÕES REGIONAIS INTERNACIONAISConsiderando os latentes desafios relacionados à garantia de níveis adequados de qualidade nos deslocamentos urbanos, tem sido cada vez mais fundamental que se aprimore a gestão dos serviços de transporte público, principalmente em relação aos custos operacionais. Neste contexto, apresenta-se uma revisão bibliográfica sistemática de fontes técnicas e acadêmicas, abrangendo diferentes regiões geográficas e abordagens metodológicas. Esta consolidação proporciona a análise da frequência de abordagens e da profundidade das referências dos componentes de custo. Quanto às metodologias para cálculo de custos, constata-se diferença na abordagem dos documentos brasileiros, com uso de planilhas tarifárias, frente a outros países, com métodos de estimativa matemática. Constata-se também que as planilhas tarifárias têm grau de detalhamento das parcelas de custo maior que o encontrado em outras metodologias de cálculo, decorrente da apresentação de fórmulas e coeficientes detalhados.Autores: Victor Lima Migliorini | Paulo Rogério da Silva Monteiro | Marcus Vinícius Quintella Cury | Marcelo Prado Sucena
- A PERCEPÇÃO DOS CLIENTES SOBRE A QUALIDADE DA LOGÍSTICA DO E-COMMERCEEste artigo busca apresentar uma modelagem matemática baseada nos preceitos da Teoria Fuzzy que, após o processamento dos dados coletados em 2021 e 2023, retorna o Índice da Qualidade da Logística do E-commerce (IQLE) e índices parciais que o compõe. Tais valores visam exemplificar e validar o modelo e pretende representar a qualidade da logística do e-commerce pela ótica do cliente, pela abordagem da visão operacional da logística em si e pelos aspectos relacionados ao atendimento do cliente final. O modelo apresentou-se robusto nos resultados, denotando proporções similares nos resultados de 2021 e 2023, que são comparados e analisados, inclusive gerando-se seis cenários que são avaliados para se identificarem possíveis causas para os efeitos caracterizados. Observam-se modificações positivas nos índices, na maioria com margens acima de cinquenta pontos percentuais, que podem indicar possíveis modificações processuais pelas principais marketplaces e investimentos tecnológicos. Quanto às relações de causa e efeito, sugere-se que a idade do cliente respondente e o valor do frete têm possível relação com as mudanças de visão entre 2021 e 2023. Clique aqui para acessar a revista.Autores: Marcelo Sucena | Fernanda Barbosa | Marcus Quintella
- MODELO MATEMÁTICO INTEGRAL-FUZZY PARA GERAÇÃO DO IQMU: O CASO DA CIDADE DO RIO DE JANEIROEste trabalho está direcionado para o desenvolvimento de modelo matemático sustentado nos preceitos das Integrais-Fuzzy, focado na geração de índices de qualidade da mobilidade urbana. Para tanto se desenvolve pesquisa exploratória ex-post-facto, pois pretende-se gerar um diagnóstico sobre as condições da movimentação na cidade, baseando-se na coleta de dados sobre as percepções dos usuários nas viagens cotidianas. Tal modelo pode ser utilizado de forma rotineira para geração de série histórica, promovendo melhoria do processo decisório de organismos públicos. Para teste e validação do modelo desenvolveu-se um estudo de caso baseado em pesquisa realizada em outubro de 2020, na cidade do Rio de Janeiro. O modelo apresentou-se estável e coerente após a análise dos seus resultados, pelo cruzamento dos índices gerados com questão reflexiva sobre a mobilidade. O diagnóstico dos usuários da cidade analisada é que a qualidade é ruim, com IQMU igual a 4,07 no universo de discurso [0,10]. Pontuaram-se também as percepções dos usuários quanto aos modos de transporte, com destaque para melhor nota para táxi-frete (IQM = 5,15) e pior grau para bicicleta (IQM = 3,12). Os resultados também foram avaliados organizando-os pelas características dos respondentes (gênero, faixa etária e formação) e pela condição das viagens (tempo de deslocamento e quantidade de baldeações).Autores: Marcelo Sucena | Marcus Quintella
